quarta-feira, 19 de julho de 2017

Margarida gigante

30-07-2015

Nome científico: Leucanthemum sp.
Nomes comuns: Margarida-gigante, Margarida-de-jardim
Família: Asteraceae (Compositae)
Origem: Europa e Ásia (para a maioria dos membros deste género)

11-05-2016
16-06-2016
A margarida-gigante é uma planta herbácea rizomatosa e com um ciclo de vida perene. Alcança entre 40 a 70 cm de altura. As suas folhas são verde-escuras e têm as margens ligeiramente serrilhadas. As suas flores encontram-se reunidas em capítulos grandes e solitários que se apresentam no final de hastes longas, eretas e firmes.

24-06-2016
Utilizações: Esta planta é muito utilizada nos jardins, pois a sua floração é duradoura. Pode compor maciços, bordaduras, floreiras ou vasos.
31-07-2015
As suas flores são usadas como flor de corte e, para além disso, atraem vários insetos, tais como abelhas e borboletas.
Esta planta utilizada na horta pode servir como “planta-isco”, pois atrai para si os afídeos/pulgões, evitando que estes se instalem nas nossas culturas (de feijão, por exemplo) e sejam mais fáceis de eliminar.

Cultivo: Deve ser plantada em pleno sol, apesar de tolerar a meia sombra. Aprecia um solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com boa drenagem e irrigado periodicamente. É uma planta rústica que tolera alguns períodos de seca e resiste às geadas. Podemos podar após a floração para que a planta conserve energias. Multiplica-se facilmente (na nossa opinião) pela divisão de touceira, mas também se pode multiplicar por sementes ou estacas.
05-07-2017
15-07-2015
05-07-2017

31-07-2015
Curiosidades: O nome do género Leucanthemum deriva da palavra grega leukos que significa "branco" e anthemon que quer dizer "flor", isto em referência às flores brancas de algumas espécies; 
A nossa planta pode ser Leucanthemum maximum (syn. Chrysanthemum maximum) ou o híbrido Leucanthemum x superbum (syn. Chrysanthemum x superbum) criado por Luther Burbank por volta de 1890. Este híbrido foi desenvolvido primeiro com o cruzamento de Leucanthemum vulgare com Leucanthemum maximum que, posteriormente, foi cruzado com Leucanthemum lacustre e, finalmente, com Nipponanthemum nipponicum. O híbrido final foi chamado de "Shasta" (daí o nome comum em inglês: Shasta Daisy), pois as suas pétalas pareciam tão brancas quanto a neve no topo do Monte Shasta, na Califórnia, onde o horticultor americano os criava; No nosso país, a Leucanthemum lacustre, chamada popularmente de Margação-das-valas, é endémica.

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